﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Notícias Archive - ENSE</title>
	<atom:link href="https://www.ense-epe.pt/news/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.ense-epe.pt/news/</link>
	<description>Entidade Nacional para o Setor Energético</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jul 2026 14:16:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2019/01/cropped-icon_ense-1-32x32.png</url>
	<title>Notícias Archive - ENSE</title>
	<link>https://www.ense-epe.pt/news/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Muda o clima, muda o paradigma: o custo do progresso e o sinal de alerta</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/muda-o-clima-muda-o-paradigma-o-custo-do-progresso-e-o-sinal-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:52:02 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26729</guid>

					<description><![CDATA[<p>A interação entre a espécie humana e o meio ambiente tem vindo a subsistir desde tempos imemoriais, embora a primeira, muito provavelmente, não se tivesse apercebido desta simbiose. Os vastos recursos existentes no planeta foram sendo revelados ao ser humano, ao longo dos tempos, e este, dotado da sua inteligência, aprendeu a retirar dos mesmos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/muda-o-clima-muda-o-paradigma-o-custo-do-progresso-e-o-sinal-de-alerta/">Muda o clima, muda o paradigma: o custo do progresso e o sinal de alerta</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A interação entre a espécie humana e o meio ambiente tem vindo a subsistir desde tempos imemoriais, embora a primeira, muito provavelmente, não se tivesse apercebido desta simbiose.</p>
<p>Os vastos recursos existentes no planeta foram sendo revelados ao ser humano, ao longo dos tempos, e este, dotado da sua inteligência, aprendeu a retirar dos mesmos as utilizações que melhor serviam os seus interesses, a todos os níveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Direcionar certos recursos para o uso como fontes de energia passou a ser uma das preocupações humanas, porquanto desde cedo o homem teve a consciência do quão facilitador tal seria para a sua vivência, quer individual, quer social.</p>
<p style="text-align: justify;">O domínio da arte do fogo, que aparentemente lhe surgiu por mero acaso nos primórdios da humanidade, mostrou-se um desafio que não deixou de superar e, no meio de tentativas várias, umas com sucesso e outras não, o ser humano descobriu novas formas de energia capazes de lhe proporcionar sensações de conforto, comodidade e bem-estar ou de o auxiliar na execução das suas tarefas ou profissões, como foi o caso da energia eólica ou da energia hídrica, com as inerentes vantagens de se mostrarem renováveis e as não menos exasperantes desvantagens de não poderem ser utilizadas na ausência, que por vezes se verificava, de vento ou água disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Para estes períodos de inércia o homem teve de se superar a si próprio, buscando soluções para os seus problemas em outros tipos de energia que existiam no planeta, recorrendo ao carvão e ao uso do petróleo e seus derivados, para, numa primeira fase a que se apelidou de Revolução Industrial, os colocar ao serviço das indústrias de massa e das próprias populações, enquanto fontes de energia que tinham a vantagem de não se gastar rapidamente e a desvantagem, que talvez não tivesse sido inicialmente sentida, de poluir o meio ambiente e, desse modo, afetar o clima do planeta.<br />
A forte expansão demográfica, que ainda hoje subsiste, fruto da melhoria das condições de vida nas denominadas sociedades modernas e civilizadas, para além de, em muito, ter contribuído para o flagelo do aumento desenfreado da poluição atmosférica, revelou igualmente ao mundo que se estaria perante fontes de energia finitas e esgotáveis, face ao crescimento da sua utilização.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta consciência passou a ter efeitos práticos na própria resposta que o planeta deu a esta agressão atmosférica e climática, que começou a ser visível no degelo polar, que aumenta drasticamente o nível das águas, bem como nos efeitos solares nocivos, quer para o ambiente quer para o ser humano, fruto da destruição da protetora camada de ozono, originando situações que, nos dias de hoje, se mostram muito para além de meras preocupações de grupos ambientalistas, antes apelam a uma consciência coletiva e de preocupação política, para evitar situações drásticas e trágicas.<br />
Tempestades, sismos, furacões e outros fenómenos naturais passaram a ocorrer de forma cada vez mais frequente e inesperada, conduzindo a milhares de perdas de vidas humanas e a uma destruição à qual ninguém pode ficar insensível, tal a dimensão que assume.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes eventos extremos revelam-se danosos para a economia global e colocaram em causa as próprias cadeias de abastecimento, conduzindo para o empobrecimento inegável da qualidade de vida das civilizações, perigo esse que o próprio poder político não tem forma de ocultar, uma vez que deixou de ser uma preocupação distante para uma situação de gravidade extrema que urge combater de forma estruturada.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o avolumar destes fenómenos extremos e de consequências tão destruidoras, o paradigma no setor energético sofreu uma mudança, pois, finalmente, passou a haver uma consciência, que conduziu a uma alteração na própria mentalidade da classe política mundial, da necessidade de ser criada uma estratégia efetiva e eficaz que, de forma real e coerente, permitisse realizar um corte com a dependência das energias fósseis e a sua substituição por energias renováveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Este processo, conhecido nos dias de hoje como transição energética, conduziu à necessidade de se criarem metas anuais para a descarbonização, através da adaptação e substituição por novas fontes de energia, mais amigáveis para o ambiente, mais verdes, e à constatação de se mostrar imperiosa a adoção de políticas de incentivos nacionais, a nível fiscal, ambiental ou outro, que permitissem adotar condutas mais responsáveis e, concomitantemente, impor medidas que se revelassem penalizadoras para todos os incumpridores, segundo o princípio do poluidor-pagador.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, desde os tempos em que o fogo era obtido através de um mero raspar de pedras ou da utilização de uma vara que era esfregada em material combustível até ele aparecer, a realidade atual apela à aposta de energias renováveis, com destaque para a elétrica, a solar ou a eólica, bem como ao investimento no desenvolvimento de alterativas energéticas menos poluidoras, como a utilização do hidrogénio ou o recurso aos biocombustíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece, pois, inevitável que este trajeto de transição energética, que foi iniciado a passo e sobre a dependência, sempre forte, das energias fósseis, terá o seu reforço no futuro, permitindo evitar danos ambientais que poderão ser irreversíveis e, através da proteção do clima e do ambiente, conduzir a uma normal e desejável evolução da dependência energética mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Renovam-se, assim, as fontes de energia tradicionais e o estado de saúde de todo um planeta, condição sine qua non para a manutenção da vida e para a continuação da espécie humana, num caminho que irá desembocar, como se espera e deseja, num futuro mais verde e com níveis cada vez mais reduzidos de poluição, em prol de todos os seres vivos.</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/muda-o-clima-muda-o-paradigma-o-custo-do-progresso-e-o-sinal-de-alerta/">Muda o clima, muda o paradigma: o custo do progresso e o sinal de alerta</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vendas nos Postos subiram 2,12% em maio</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/vendas-nos-postos-subiram-212-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:16:32 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26706</guid>

					<description><![CDATA[<p>O total das vendas de combustíveis rodoviários nos postos de abastecimento retalhistas, em Portugal, registou, no passado mês de maio de 2026 um crescimento de 2,12%,com destaque para a subida de 8,24% nas gasolinas rodoviárias e uma ligeira descida de 0,39% nos gasóleos rodoviários, em que se mantém a tendência dos últimos meses de uma [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/vendas-nos-postos-subiram-212-em-maio/">Vendas nos Postos subiram 2,12% em maio</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O total das vendas de combustíveis rodoviários nos postos de abastecimento retalhistas, em Portugal, registou, no passado mês de maio de 2026 um crescimento de 2,12%,com destaque para a subida de 8,24% nas gasolinas rodoviárias e uma ligeira descida de 0,39% nos gasóleos rodoviários, em que se mantém a tendência dos últimos meses de uma subida mais robusta da gasolina face ao que se constata no gasóleo. Importa ainda destacar que, também à semelhança dos meses anteriores, manteve-se a predominância da venda de combustíveis simples com 75,25% na gasolina simples e de 68,20% no gasóleo simples.</p>

<table id="tablepress-1191" class="tablepress tablepress-id-1191 bio-numericos"><caption>Vendas nos Postos | Comparativo Homólogo</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Vendas em Postos de Abastecimento (litros) </th><td class="column-2"></td><td class="column-3"></td><td class="column-4"></td>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1"><strong>Produtos</strong></td><td class="column-2"><strong>Maio de 2025</strong></td><td class="column-3"><strong>Maio de 2026</strong></td><td class="column-4"><strong>Variação Homóloga</strong></td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Gasóleo Simples</td><td class="column-2">189 665 447,29</td><td class="column-3">200 224 951,78</td><td class="column-4">5,57%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Gasóleo Aditivado</td><td class="column-2">105 086 156,94</td><td class="column-3">93 363 697,54</td><td class="column-4">-11,16%</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1"><strong>Total de Gasóleo Rodoviário</strong></td><td class="column-2"><strong>294 751 604,23</strong></td><td class="column-3"><strong>293 588 649,32</strong></td><td class="column-4"><strong>-0,39%</strong></td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">Gasolina Simples IO 95</td><td class="column-2">86 993 449,07</td><td class="column-3">95 077 287,68</td><td class="column-4">9,29%</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">Gasolina IO 95 Aditivada</td><td class="column-2">24 545 599,08</td><td class="column-3">25 988 027,73</td><td class="column-4">5,88%</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">Gasolina IO 98</td><td class="column-2">3 686 440,11</td><td class="column-3">3 507 142,23</td><td class="column-4">-4,86%</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">Gasolina IO 98 Aditivada</td><td class="column-2">5 810 846,17</td><td class="column-3">6 436 607,77</td><td class="column-4">10,77%</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1"><strong>Total de Gasolina Rodoviária</strong></td><td class="column-2"><strong>121 036 334,43</strong></td><td class="column-3"><strong>131 009 065,41</strong></td><td class="column-4"><strong>8,24%</strong></td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr class="row-11">
	<th class="column-1">Total dos Combustíveis Rodoviários</th><th class="column-2">415 787 938,66</th><th class="column-3">424 597 714,73</th><th class="column-4">2,12%</th>
</tr>
</tfoot>
</table>
<!-- #tablepress-1191 from cache -->
<p style="text-align: justify;">Em comparação com o mês anterior, registou-se uma quebra de 2,22% nas vendas de combustíveis, refletindo um decréscimo de 2,37% nos gasóleos rodoviários e de 1,90% nas gasolinas rodoviárias. Esta evolução poderá ser explicada pela forte subida dos preços dos produtos refinados nos mercados internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Importa ainda salientar que os combustíveis simples registaram uma evolução positiva, sendo a quebra global das vendas explicada sobretudo pela diminuição da procura de combustíveis aditivados.</p>

<table id="tablepress-1192" class="tablepress tablepress-id-1192 bio-numericos"><caption>Vendas em Postos | Comparativo mês anterior</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Vendas em Postos de Abastecimento (litros) </th><td class="column-2"></td><td class="column-3"></td><td class="column-4"></td>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1"><strong>Produtos</strong></td><td class="column-2"><strong>Abril de 2026</strong></td><td class="column-3"><strong>Maio de 2026</strong></td><td class="column-4"><strong>Variação </strong></td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Gasóleo Simples</td><td class="column-2">191 090 473,69</td><td class="column-3">200 224 951,78</td><td class="column-4">4,78%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Gasóleo Aditivado</td><td class="column-2">109 613 993,87</td><td class="column-3">93 363 697,54</td><td class="column-4">-14,83%</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1"><strong>Total de Gasóleo Rodoviário</strong></td><td class="column-2"><strong>300 704 467,56</strong></td><td class="column-3"><strong>293 588 649,32</strong></td><td class="column-4"><strong>-2,37%</strong></td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">Gasolina Simples IO 95</td><td class="column-2">92 996 942,58</td><td class="column-3">95 077 287,68</td><td class="column-4">2,24%</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">Gasolina IO 95 Aditivada</td><td class="column-2">30 912 297,23</td><td class="column-3">25 988 027,73</td><td class="column-4">-15,93%</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">Gasolina IO 98</td><td class="column-2">3 358 869,59</td><td class="column-3">3 507 142,23</td><td class="column-4">4,41%</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">Gasolina IO 98 Aditivada</td><td class="column-2">6 281 076,08</td><td class="column-3">6 436 607,77</td><td class="column-4">2,48%</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1"><strong>Total de Gasolina Rodoviária</strong></td><td class="column-2"><strong>133 549 185,48</strong></td><td class="column-3"><strong>131 009 065,41</strong></td><td class="column-4"><strong>-1,90%</strong></td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr class="row-11">
	<th class="column-1">Total de Combustíveis Rodoviários</th><th class="column-2">434 253 653,04</th><th class="column-3">424 597 714,73</th><th class="column-4">-2,22%</th>
</tr>
</tfoot>
</table>
<!-- #tablepress-1192 from cache -->
<p style="text-align: justify;">Se analisarmos os valores acumulados dos primeiros cinco meses de 2026, constatamos uma subida total acumulada de 5,80%, da qual 11,92% corresponde às gasolinas rodoviárias e 3,42% aos gasóleos rodoviários, trajetória que se espera possa ser corrigida nos meses seguintes, apesar da evolução do mercado continuar fortemente condicionada pelos riscos geopolíticos associados ao conflito entre Israel e o Irão e ao seu potencial alastramento ao Médio Oriente.</p>

<table id="tablepress-1190" class="tablepress tablepress-id-1190 bio-numericos"><caption>Vendas nos Postos | Comparativo do total acumulado do ano 2025 e 2026</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Vendas em Postos | Total Acumulado de Janeiro a Maio(em litros)</th><th class="column-2">2025</th><th class="column-3">2026</th><th class="column-4">Var. 2025/2026</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Total de Gasóleos Rodoviários</td><td class="column-2">1 499 427 990,04</td><td class="column-3">1 550 693 419,01</td><td class="column-4">3,42%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Total de Gasolinas Rodoviárias</td><td class="column-2">584 451 703,61</td><td class="column-3">654 118 005,87</td><td class="column-4">11,92%</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr class="row-4">
	<th class="column-1">Total de Combustíveis</th><th class="column-2">2 083 879 693,65</th><th class="column-3">2 204 811 424,87</th><th class="column-4">5,80%</th>
</tr>
</tfoot>
</table>
<!-- #tablepress-1190 from cache -->
<p style="text-align: justify;">A ENSE continua a assegurar a monitorização destes indicadores (que resultam dos registos efetuados diretamente pelos postos de abastecimento através do Balcão Único da Energia), para dar cumprimento às suas competências legais, muito especialmente o acompanhamento do cumprimento da Lei dos Combustíveis Simples (Lei nº 6/2015, de 16 de janeiro).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/vendas-nos-postos-subiram-212-em-maio/">Vendas nos Postos subiram 2,12% em maio</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Radiografia do Mercado de Combustíveis em Portugal no mês de maio de 2026</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/radiografia-do-mercado-de-combustiveis-em-portugal-no-mes-de-maio-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:46:57 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26697</guid>

					<description><![CDATA[<p>No âmbito das suas competências relativas ao setor petrolífero nacional, a ENSE faz mensalmente, um pequeno balanço das quotas de mercado do gasóleo e da gasolina rodoviários, por canal de venda. Todos os operadores do sistema petrolífero nacional têm a obrigação legal de fazer um registo de atividade mensal no balcão único eletrónico da ENSE, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/radiografia-do-mercado-de-combustiveis-em-portugal-no-mes-de-maio-de-2026/">Radiografia do Mercado de Combustíveis em Portugal no mês de maio de 2026</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>No âmbito das suas competências relativas ao setor petrolífero nacional, a ENSE faz mensalmente, um pequeno balanço das quotas de mercado do gasóleo e da gasolina rodoviários, por canal de venda.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os operadores do sistema petrolífero nacional têm a obrigação legal de fazer um registo de atividade mensal no balcão único eletrónico da ENSE, permitindo assim que esteja assegurada a função de acompanhar e monitorizar a atividade desenvolvida num setor de enorme importância na economia portuguesa.<br />
Em consequência disso, a ENSE dando cumprimento à sua obrigação de assegurar informação pública sobre o setor, publica os indicadores gerais do setor (respeitando as informações comercialmente sensíveis de cada operador).</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, no mês de <strong>maio de 2026</strong> e tendo em conta os registos efetuados pelos operadores retalhistas junto da ENSE, apresentamos as seguintes quotas de mercado:</p>

<table id="tablepress-1188" class="tablepress tablepress-id-1188"><caption>Quota de mercado | Combustível Simples e Aditivado em maio de 2026</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Produto</th><th class="column-2">Gasóleo</th><th class="column-3">Gasolina</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Combustível Simples</td><td class="column-2">68,20%</td><td class="column-3">75,25%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Combustível Aditivado</td><td class="column-2">31,80%</td><td class="column-3">24,75%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-1188 from cache -->

<table id="tablepress-1189" class="tablepress tablepress-id-1189"><caption>Marcas mais vendidas por canal de venda em maio de 2026</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Canal de Venda</th><th class="column-2">Gasóleo</th><th class="column-3">Gasolina</th><th class="column-4">Total</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">3 Marcas mais vendidas</td><td class="column-2">54,38%</td><td class="column-3">58,51%</td><td class="column-4">55,58%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Hipermercados</td><td class="column-2">18,37%</td><td class="column-3">20,62%</td><td class="column-4">19,29%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Outros</td><td class="column-2">21,63%</td><td class="column-3">16,99%</td><td class="column-4">20,02%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-1189 from cache -->
<h6 style="text-align: right;">Fonte: ENSE, Balcão Único da Energia</h6>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/radiografia-do-mercado-de-combustiveis-em-portugal-no-mes-de-maio-de-2026/">Radiografia do Mercado de Combustíveis em Portugal no mês de maio de 2026</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Introduções ao Consumo registam queda de 3,68% em junho</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/introducoes-ao-consumo-registam-queda-de-356-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:50:31 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26683</guid>

					<description><![CDATA[<p>As introduções ao consumo de produtos petrolíferos, em Portugal, registaram, no passado mês de junho, uma diminuição de 3,68% (-28 158 toneladas) face ao período homólogo de 2025. Esta evolução resultou, sobretudo, da redução de 5,35% no Gasóleo (sem Jet), da diminuição de 11,82% na Categoria C (queda de 18,77% e de 8,71% no Fuel e no GPL, respetivamente) e da ligeira quebra de 1,31% no Jet, parcialmente compensadas pelo crescimento de 2,11% verificado na Gasolina.</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/introducoes-ao-consumo-registam-queda-de-356-em-junho/">Introduções ao Consumo registam queda de 3,68% em junho</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Notícia atualizada à data de 28/07/2026</em></p>
<p style="text-align: justify;">As introduções ao consumo de produtos petrolíferos, em Portugal, registaram, no passado mês de junho, uma diminuição de 3,68% (-28 158 toneladas) face ao período homólogo de 2025. Esta evolução resultou, sobretudo, da redução de 5,35% no Gasóleo (sem Jet), da diminuição de 11,82% na Categoria C (queda de 18,77% e de 8,71% no Fuel e no GPL, respetivamente) e da ligeira quebra de 1,31% no Jet, parcialmente compensadas pelo crescimento de 2,11% verificado na Gasolina.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes resultados evidenciam uma desaceleração moderada da procura global de produtos petrolíferos, embora menos acentuada do que a verificada no mês anterior, sugerindo uma estabilização gradual dos níveis de consumo. O aumento das introduções ao consumo de gasolina poderá refletir a manutenção da procura associada à mobilidade rodoviária ligeira, enquanto a redução do gasóleo continua a traduzir uma menor intensidade de consumo nos setores do transporte e da atividade económica que mais dependem deste combustível. Por sua vez, o ligeiro recuo do Jet surge após vários meses de crescimento, embora permaneça em níveis elevados quando analisado o desempenho acumulado do ano. A Categoria C mantém uma trajetória descendente, refletindo uma menor utilização dos combustíveis destinados à indústria e a outros consumos específicos.</p>

<table id="tablepress-1186" class="tablepress tablepress-id-1186 bio-numericos"><caption>IC&#039;s de Junho de 2026 | Comparação com o Período Homólogo</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Introduções ao Consumo (ton)</th><th class="column-2">Jun/25</th><th class="column-3">Jun/26</th><th class="column-4">Variação</th><th class="column-5">Variação (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Cat. A - Gasolina</td><td class="column-2">115 532</td><td class="column-3">117 967</td><td class="column-4">2 435</td><td class="column-5">2,11%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Cat. B - Gasóleo (sem jet)</td><td class="column-2">429 360</td><td class="column-3">406 409</td><td class="column-4">-22 951</td><td class="column-5">-5,35%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Cat. B - Jet</td><td class="column-2">175 473</td><td class="column-3">173 182</td><td class="column-4">-2 291</td><td class="column-5">-1,31%</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Cat C - GPL + Fuel </td><td class="column-2">45 249</td><td class="column-3">39 898</td><td class="column-4">-5 350</td><td class="column-5">-11,82%</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr class="row-6">
	<th class="column-1">Totais</th><th class="column-2">765 613</th><th class="column-3">737 456</th><th class="column-4">-28 158</th><th class="column-5">-3,68%</th>
</tr>
</tfoot>
</table>
<!-- #tablepress-1186 from cache -->
<h6 style="text-align: right;">Fonte: ENSE, Balcão Único da Energia</h6>
<p style="text-align: justify;">Face ao mês anterior, as introduções ao consumo registaram um aumento de 4,59% (+32 371 toneladas), totalizando 737 456 toneladas em junho. Esta evolução foi impulsionada pelo crescimento de 7,14% na Gasolina e de 6,54% no Gasóleo (sem Jet), aos quais se juntou uma ligeira subida de 0,21% no Jet. Apenas a Categoria C apresentou uma redução mensal, de 1,98%.</p>
<p style="text-align: justify;">A recuperação registada face a maio é consistente com o reforço sazonal da procura de combustíveis associado ao início do período de verão, caracterizado por um aumento da mobilidade de pessoas e mercadorias. O crescimento simultâneo da gasolina e do gasóleo evidencia uma recuperação transversal dos principais segmentos de consumo, enquanto a estabilidade do Jet confirma a manutenção de níveis elevados de atividade no transporte aéreo.</p>

<table id="tablepress-1185" class="tablepress tablepress-id-1185 bio-numericos"><caption>IC&#039;s de Junho de 2026 | Comparação com o mês anterior</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Introduções ao Consumo (ton)</th><th class="column-2">Mai/26</th><th class="column-3">Jun/26</th><th class="column-4">Variação</th><th class="column-5">Variação (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Cat. A - Gasolina</td><td class="column-2">110 101</td><td class="column-3">117 967</td><td class="column-4">7 865</td><td class="column-5">7,14%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Cat. B - Gasóleo (sem jet)</td><td class="column-2">381 463</td><td class="column-3">406 409</td><td class="column-4">24 945</td><td class="column-5">6,54%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Cat. B - Jet</td><td class="column-2">172 817</td><td class="column-3">173 182</td><td class="column-4">365</td><td class="column-5">0,21%</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Cat C - GPL + Fuel </td><td class="column-2">40 703</td><td class="column-3">39 898</td><td class="column-4">-805</td><td class="column-5">-1,98%</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr class="row-6">
	<th class="column-1">Totais</th><th class="column-2">705 085</th><th class="column-3">737 456</th><th class="column-4">32 371</th><th class="column-5">4,59%</th>
</tr>
</tfoot>
</table>
<!-- #tablepress-1185 from cache -->
<p style="text-align: justify;">Em termos acumulados entre janeiro e junho de 2026, as introduções ao consumo totalizaram 4 233 320 toneladas, representando uma diminuição de 0,61% (-25 908 toneladas) relativamente ao período homólogo de 2025</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando os valores totais acumulados o crescimento de 4,30% na Gasolina e de 3,38% no Jet continua a evidenciar uma evolução positiva da procura associada à mobilidade ligeira e ao transporte aéreo. Contudo, estas variações não foram suficientes para compensar a redução de 2,73% observada no Gasóleo (sem Jet) e a contração de 5,20% na Categoria C (com -19,92% no Fuel e um -0,44% no GPL), segmentos que permanecem abaixo dos níveis registados no ano anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Globalmente, os dados do primeiro semestre apontam para um mercado relativamente estável, embora marcado por comportamentos distintos entre os vários segmentos de consumo, num contexto de moderação da atividade económica e de persistente incerteza nos mercados energéticos internacionais.</p>

<table id="tablepress-1187" class="tablepress tablepress-id-1187 bio-numericos"><caption>Introduções ao Consumo | Total Acumulado Janeiro a Junho 2026</caption>
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Total de Introduções ao Consumo (ton) Janeiro a Junho</th><th class="column-2">2025</th><th class="column-3">2026</th><th class="column-4">Variação Homóloga (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Categoria A</td><td class="column-2">631 751</td><td class="column-3">658 907</td><td class="column-4">4,30%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Categoria B (sem jet)</td><td class="column-2">2 450 938</td><td class="column-3">2 383 917</td><td class="column-4">-2,73%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Categoria B (Jet)</td><td class="column-2">875 440</td><td class="column-3">905 061</td><td class="column-4">3,38%</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Categoria C</td><td class="column-2">301 100</td><td class="column-3">285 435</td><td class="column-4">-5,20%</td>
</tr>
</tbody>
<tfoot>
<tr class="row-6">
	<th class="column-1">Totais</th><th class="column-2">4 259 228</th><th class="column-3">4 233 320</th><th class="column-4">-0,61%</th>
</tr>
</tfoot>
</table>
<!-- #tablepress-1187 from cache -->
<p style="text-align: justify;">A ENSE, como habitualmente, na qualidade de Entidade Central de Armazenagem portuguesa, acompanha de perto a evolução destes indicadores centrais, por forma a projetar as futuras obrigações de constituição de reservas de petróleo bruto e produtos petrolíferos que deverão ser garantidas por esta entidade.</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/introducoes-ao-consumo-registam-queda-de-356-em-junho/">Introduções ao Consumo registam queda de 3,68% em junho</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ENSE destaca relevância da segurança energética e papel dos combustíveis de baixa emissão no Evex Brasil 2026</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/ense-destaca-relevancia-da-seguranca-energetica-e-papel-dos-combustiveis-de-baixa-emissao-no-evex-brasil-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:56:03 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26652</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético participou, nos dias 1 e 2 de julho, no EVEx Brasil 2026 – João Pessoa Energy Experience, que decorreu, este ano, sob o mote “Pulsar Ibero-Americano: O Ritmo da Nova Energia”. A ENSE esteve representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Alexandre Fernandes, na sessão de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/ense-destaca-relevancia-da-seguranca-energetica-e-papel-dos-combustiveis-de-baixa-emissao-no-evex-brasil-2026/">ENSE destaca relevância da segurança energética e papel dos combustíveis de baixa emissão no Evex Brasil 2026</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético participou, nos dias 1 e 2 de julho, no EVEx Brasil 2026 – João Pessoa Energy Experience, que decorreu, este ano, sob o mote “Pulsar Ibero-Americano: O Ritmo da Nova Energia”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ENSE esteve representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Alexandre Fernandes, na sessão de abertura dedicada ao tema “Segurança e Independência Energética na Nova Era da Transição”, e pelo Vogal Executivo do Conselho de Administração, Fernando Alves Pinto, no painel “O Ritmo das Moléculas: Combustíveis de Baixa Emissão como Vetores para a Descarbonização dos Transportes” e no painel de encerramento dedicado à certificação e rastreabilidade do hidrogénio verde.</p>
<p style="text-align: justify;">Fernando Alves Pinto destacou a experiência da ENSE em Portugal na fiscalização, acompanhamento e controlo do setor energético, em particular no contexto da introdução de novos combustíveis, combustíveis renováveis e combustíveis de baixa emissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua intervenção, sublinhou que a transição energética exige inovação tecnológica, investimento e ambição climática, mas também mecanismos eficazes de fiscalização, supervisão e verificação, capazes de assegurar a confiança dos consumidores, a transparência dos mercados e o cumprimento das obrigações legais e regulamentares.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da experiência da ENSE, realçou a importância de uma atuação pública assente na regulação eficaz, na fiscalização competente, na cooperação institucional e na capacidade de acompanhar a evolução dos mercados energéticos, garantindo que a transição energética se faz com segurança, rigor e confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento reuniu entidades públicas, reguladores, empresas e especialistas do setor energético para debater temas centrais da transição energética, como segurança e independência energética, combustíveis de baixa emissão, flexibilidade dos sistemas, pobreza energética, inteligência artificial, certificação e rastreabilidade do hidrogénio verde, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação da ENSE neste fórum internacional reforça o compromisso da Entidade com a cooperação institucional, a partilha de conhecimento técnico e o acompanhamento dos principais desafios que marcam a evolução do setor energético no espaço ibero-americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26693" src="https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-scaled.png" alt="" width="967" height="411" srcset="https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-scaled.png 2560w, https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-300x128.png 300w, https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-1024x435.png 1024w, https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-768x327.png 768w, https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-1536x653.png 1536w, https://www.ense-epe.pt/wp-content/uploads/2026/07/Evex_2026_Site-2048x871.png 2048w" sizes="(max-width: 967px) 100vw, 967px" /></p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/ense-destaca-relevancia-da-seguranca-energetica-e-papel-dos-combustiveis-de-baixa-emissao-no-evex-brasil-2026/">ENSE destaca relevância da segurança energética e papel dos combustíveis de baixa emissão no Evex Brasil 2026</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transição energética: ENSE destaca o papel do gás natural em debate promovido pela APIEE</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/debate-sobre-sustentabilidade-da-rede-nacional-de-gas-tem-participacao-da-ense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:57:28 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26631</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fotografia: Redes Sociais APIEE A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético participou, no dia 29 de junho, em Lisboa, na sessão pública de apresentação do Estudo “Sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás”, promovido pela Associação Portuguesa dos Industriais de Engenharia Energética (APIEE) e pela EY-Parthenon. A iniciativa reuniu representantes do setor [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/debate-sobre-sustentabilidade-da-rede-nacional-de-gas-tem-participacao-da-ense/">Transição energética: ENSE destaca o papel do gás natural em debate promovido pela APIEE</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: right;">Fotografia: Redes Sociais APIEE</h6>
<p style="text-align: justify;"><strong>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético participou, no dia 29 de junho, em Lisboa, na sessão pública de apresentação do Estudo “Sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás”, promovido pela Associação Portuguesa dos Industriais de Engenharia Energética (APIEE) e pela EY-Parthenon.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa reuniu representantes do setor energético, da administração pública, da indústria e da academia, com o objetivo de promover uma reflexão técnica e regulatória sobre os desafios associados à evolução da rede nacional de distribuição de gás, num contexto marcado pela transição energética, pela necessidade de diversificação das fontes de energia e pela preservação da segurança de abastecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A sessão contou com a abertura do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca. O estudo “Sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás” foi posteriormente apresentado por Hermano Rodrigues, da EY-Parthenon, enquadrando os principais desafios e perspetivas de evolução das redes públicas de distribuição de gás em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">A ENSE esteve representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Alexandre Fernandes, que integrou o painel de debate dedicado ao tema “Desafios de sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás”. A sessão contou igualmente com a participação de Jaime Braga, Assessor da Direção da CIP e Secretário-Geral da Associação Portuguesa de Produtores de Biocombustíveis, Miguel Faria, Chief Operating Officer da Floene, Vitor Santos, Professor Catedrático de Economia no ISEG, sob moderação de João Torres, Strategic Advisor.</p>
<p style="text-align: justify;">No debate, foram abordadas matérias relacionadas com o papel das infraestruturas de gás no processo de descarbonização, a integração progressiva de gases renováveis, a sustentabilidade económica e operacional das redes, bem como a importância de assegurar uma transição energética equilibrada, tecnologicamente viável e compatível com a segurança do abastecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação da ENSE nesta iniciativa enquadra-se nas suas atribuições de acompanhamento, fiscalização e supervisão do setor energético, reforçando o contributo da Entidade para a discussão sobre a evolução das infraestruturas energéticas nacionais e sobre os mecanismos necessários para garantir um sistema energético seguro, resiliente e preparado para os desafios da transição energética.</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/debate-sobre-sustentabilidade-da-rede-nacional-de-gas-tem-participacao-da-ense/">Transição energética: ENSE destaca o papel do gás natural em debate promovido pela APIEE</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ENSE assume Vice-Coordenação do Grupo de Trabalho de Comunicação da RELOP</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/ense-assume-vice-coordenacao-do-grupo-de-trabalho-de-comunicacao-da-relop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 14:10:58 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26621</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E. foi nomeada Vice-Coordenadora do Grupo de Trabalho de Comunicação da RELOP – Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa, para um mandato de três anos. A nomeação teve lugar no âmbito da reunião do Grupo de Trabalho de Comunicação, realizada no [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/ense-assume-vice-coordenacao-do-grupo-de-trabalho-de-comunicacao-da-relop/">ENSE assume Vice-Coordenação do Grupo de Trabalho de Comunicação da RELOP</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E. foi nomeada Vice-Coordenadora do Grupo de Trabalho de Comunicação da RELOP – Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa, para um mandato de três anos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A nomeação teve lugar no âmbito da reunião do Grupo de Trabalho de Comunicação, realizada no passado dia 24 de junho, em formato <em>online</em>. A Coordenação do Grupo será assegurada pela ARENE – Autoridade Reguladora de Energia de Moçambique.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo semestre de 2026, o Grupo de Trabalho de Comunicação propõe desenvolver um conjunto de iniciativas dirigidas exclusivamente aos membros da RELOP, entre as quais se destaca a realização de três workshops temáticos, em formato <em>online</em>. Estas sessões terão como objetivo promover a partilha de conhecimento, a troca de experiências e a reflexão conjunta sobre os desafios atuais e futuros da comunicação institucional no setor da energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os temas previstos encontram-se a comunicação estratégica, a comunicação digital e a comunicação em situações de crise, áreas cada vez mais relevantes para o reforço da transparência, da proximidade e da capacidade de resposta das entidades reguladoras e públicas do setor energético.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a ENSE, a nomeação para a Vice-Coordenação deste Grupo de Trabalho representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Entidade no âmbito da RELOP, bem como a consolidação da sua participação ativa em iniciativas de cooperação técnica e institucional entre os reguladores de energia dos países de língua portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A ENSE reforça, assim, o seu compromisso com a promoção da cooperação, da capacitação institucional e da partilha de boas práticas no setor energético, contribuindo para o desenvolvimento de respostas comunicacionais mais eficazes, alinhadas com os desafios do setor energético e da relação com os diferentes públicos.</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/ense-assume-vice-coordenacao-do-grupo-de-trabalho-de-comunicacao-da-relop/">ENSE assume Vice-Coordenação do Grupo de Trabalho de Comunicação da RELOP</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ENSE reforça competências na fiscalização do mercado e conformidade dos produtos no setor energético</title>
		<link>https://www.ense-epe.pt/news/ense-reforca-competencias-na-fiscalizacao-do-mercado-e-conformidade-dos-produtos-no-setor-energetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:03:49 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.ense-epe.pt/?post_type=noticias&#038;p=26618</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E. viu reforçado o seu papel enquanto autoridade de fiscalização setorialmente competente, no âmbito do novo enquadramento nacional relativo à fiscalização do mercado e à conformidade dos produtos sujeitos à legislação de harmonização da União Europeia. A publicação do Decreto-Lei n.º 125/2026, de 26 de junho, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/ense-reforca-competencias-na-fiscalizacao-do-mercado-e-conformidade-dos-produtos-no-setor-energetico/">ENSE reforça competências na fiscalização do mercado e conformidade dos produtos no setor energético</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E. viu reforçado o seu papel enquanto autoridade de fiscalização setorialmente competente, no âmbito do novo enquadramento nacional relativo à fiscalização do mercado e à conformidade dos produtos sujeitos à legislação de harmonização da União Europeia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A publicação do Decreto-Lei n.º 125/2026, de 26 de junho, constitui um marco relevante para a atuação da ENSE, ao integrar expressamente a entidade no elenco das autoridades nacionais com competências de fiscalização do mercado, nos respetivos domínios setoriais de intervenção. Este diploma procede à execução parcial, na ordem jurídica interna, do Regulamento (UE) 2019/1020, relativo à fiscalização do mercado e à conformidade dos produtos, reforçando os mecanismos de controlo, cooperação e intervenção das autoridades competentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com este novo enquadramento, a ENSE passa a dispor de competências acrescidas para atuar sobre produtos associados ao setor energético que estejam sujeitos à legislação de harmonização da União Europeia, contribuindo para assegurar que os produtos disponibilizados no mercado cumprem os requisitos legais, técnicos e de segurança aplicáveis. Esta competência assume particular relevância num setor em rápida transformação, marcado pela eletrificação, pela transição energética, pela crescente digitalização das infraestruturas e pela entrada no mercado de novos equipamentos, tecnologias e soluções energéticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A fiscalização do mercado é hoje um instrumento essencial para garantir que a inovação tecnológica e a diversificação dos produtos energéticos ocorrem em condições de segurança, conformidade e concorrência leal. Para a ENSE, este reforço de competências permite consolidar uma intervenção mais abrangente, não apenas centrada nos operadores e nas instalações, mas também nos produtos colocados no mercado que possam ter impacto na segurança dos consumidores, na proteção do mercado interno e no bom funcionamento do setor energético.</p>
<p style="text-align: justify;">No exercício destas novas competências, a ENSE poderá, no respetivo âmbito de atuação, <strong>desenvolver ações de fiscalização orientadas para a verificação da conformidade dos produtos, solicitar documentação e informação aos operadores económicos, avaliar situações de risco ou incumprimento e promover as medidas corretivas adequadas e proporcionais.</strong> Estas medidas poderão ter como objetivo pôr termo a situações de não conformidade, prevenir riscos para a saúde e segurança dos utilizadores ou impedir que produtos não conformes continuem a ser disponibilizados no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">O diploma reforça ainda a articulação da ENSE com outras autoridades nacionais, designadamente com a Autoridade Tributária e Aduaneira, no que respeita ao controlo de produtos na fronteira externa da União Europeia, e com a ASAE, enquanto serviço de ligação único para efeitos do Regulamento (UE) 2019/1020. Esta cooperação institucional é essencial para assegurar uma resposta coordenada, eficaz e tecnicamente sustentada perante produtos que apresentem riscos ou incumprimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além da dimensão preventiva e corretiva, o novo regime prevê também um enquadramento contraordenacional aplicável aos operadores económicos que incumpram as obrigações previstas na legislação europeia e nacional aplicável. Este aspeto reforça a capacidade das autoridades de fiscalização para atuar perante situações de incumprimento, contribuindo para a proteção dos consumidores e para a responsabilização dos operadores económicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração expressa da ENSE neste regime representa, assim, um reconhecimento da especificidade técnica do setor energético e da importância da fiscalização especializada num mercado cada vez mais exigente. Ao assumir estas competências, a ENSE reforça a sua missão de proteção do interesse público, promoção da segurança, defesa da concorrência leal e acompanhamento da evolução tecnológica do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Este novo quadro legal constitui mais um passo no fortalecimento e especialização da capacidade fiscalizadora da ENSE, alinhando a sua atuação com as exigências europeias em matéria de fiscalização do mercado, conformidade dos produtos e proteção dos consumidores.</p>
<p>The post <a href="https://www.ense-epe.pt/news/ense-reforca-competencias-na-fiscalizacao-do-mercado-e-conformidade-dos-produtos-no-setor-energetico/">ENSE reforça competências na fiscalização do mercado e conformidade dos produtos no setor energético</a> appeared first on <a href="https://www.ense-epe.pt">ENSE</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
