Fotografia: Redes Sociais APIEE
A ENSE – Entidade Nacional para o Setor Energético participou, no dia 29 de junho, em Lisboa, na sessão pública de apresentação do Estudo “Sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás”, promovido pela Associação Portuguesa dos Industriais de Engenharia Energética (APIEE) e pela EY-Parthenon.
A iniciativa reuniu representantes do setor energético, da administração pública, da indústria e da academia, com o objetivo de promover uma reflexão técnica e regulatória sobre os desafios associados à evolução da rede nacional de distribuição de gás, num contexto marcado pela transição energética, pela necessidade de diversificação das fontes de energia e pela preservação da segurança de abastecimento.
A sessão contou com a abertura do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Barroca. O estudo “Sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás” foi posteriormente apresentado por Hermano Rodrigues, da EY-Parthenon, enquadrando os principais desafios e perspetivas de evolução das redes públicas de distribuição de gás em Portugal.
A ENSE esteve representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Alexandre Fernandes, que integrou o painel de debate dedicado ao tema “Desafios de sustentabilidade da rede nacional de distribuição de gás”. A sessão contou igualmente com a participação de Jaime Braga, Assessor da Direção da CIP e Secretário-Geral da Associação Portuguesa de Produtores de Biocombustíveis, Miguel Faria, Chief Operating Officer da Floene, Vitor Santos, Professor Catedrático de Economia no ISEG, sob moderação de João Torres, Strategic Advisor.
No debate, foram abordadas matérias relacionadas com o papel das infraestruturas de gás no processo de descarbonização, a integração progressiva de gases renováveis, a sustentabilidade económica e operacional das redes, bem como a importância de assegurar uma transição energética equilibrada, tecnologicamente viável e compatível com a segurança do abastecimento.
A participação da ENSE nesta iniciativa enquadra-se nas suas atribuições de acompanhamento, fiscalização e supervisão do setor energético, reforçando o contributo da Entidade para a discussão sobre a evolução das infraestruturas energéticas nacionais e sobre os mecanismos necessários para garantir um sistema energético seguro, resiliente e preparado para os desafios da transição energética.