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amarelo
Nível de Risco
Existência de indícios de possíveis problemas que possam afetar significativamente o sector petrolífero.A probabilidade de se tornar uma ameaça real é baixa, mas deverá existir uma monitorização contínua da situação.

Causes:
Devido aos problemas de fornecimento elétrico, a ENSE encontra-se a monitorizar os impactos no Setor Petrolífero Nacional.

ENSE participa nos trabalhos europeus sobre infraestruturas críticas, contribuindo para reforçar a segurança energética no setor da Defesa

03/12/2025

Contributo da ENSE para a cooperação europeia na proteção de infraestruturas críticas e no reforço da segurança energética da Defesa

A Unidade de Controlo e Prevenção (UCP) da ENSE participou na 2.ª reunião da Phase IV do Consultation Forum for Sustainable Energy in the Defence and Security Sector (CF SEDSS IV), que decorreu em Ljubljana, na Eslovénia, nos dias 2 e 3 de dezembro de 2025. O encontro, promovido pela European Defence Agency (EDA), reuniu representantes de Ministérios da Defesa, autoridades governamentais responsáveis pelo setor energético, instituições europeias, indústria e academia, com o objetivo de reforçar a resiliência e a segurança energética no âmbito da Defesa.

A presença da ENSE neste fórum europeu de elevada relevância demonstra o papel crescente que a entidade assume na proteção de infraestruturas energéticas críticas, no apoio à Defesa Nacional e na resposta operacional a situações de crise energética. A capacidade da Unidade de Controlo e Prevenção (UCP) de atuar no terreno, através do seu Centro de Coordenação Operacional de Energia (CCOE), representa uma mais-valia nacional para a monitorização, a gestão e a articulação interinstitucional em cenários adversos.

Ao longo destes dois dias, a ENSE participou ativamente nos trabalhos do “WG Transversal – Energy Policy, Strategy and Innovation”, representado pelo do Vogal Executivo da ENSE, Fernando Alves Pinto, no qual foram destacadas prioridades como a resiliência estrutural das infraestruturas, o impacto crescente das alterações climáticas, a cibersegurança nas cadeias de abastecimento energético (incluindo offshore) e os efeitos em cascata resultantes de ataques híbridos. Houve ainda avanços no planeamento do próximo table-top exercise (TTX), essencial para a preparação conjunta dos Estados-Membros.

Em paralelo, a ENSE também marcou presença no “WG3 – Protection of Critical Energy Infrastructure”, representado por Fernando Martins, Chefe da UCP, onde foram discutidos os desafios estratégicos como a adaptação das políticas energéticas ao novo contexto geopolítico, o aumento da procura energética associada ao equipamento militar moderno e a importância de capacitar equipas, partilhar boas práticas e reforçar a articulação entre grupos de trabalho.
nhecimento estratégico sobre infraestruturas críticas no contexto da Defesa.

A reunião em Ljubljana marcou mais um ciclo de trabalhos que, até 2028, produzirá estudos especializados, exercícios de treino, orientações técnicas e propostas de projetos europeus destinados a reforçar a segurança energética no setor da Defesa. A ENSE continuará a contribuir com a sua experiência única em fiscalização, prevenção, monitorização e atuação operacional, assegurando, juntamente com a Defesa Nacional, que Portugal participa ativamente na construção de uma Europa com um setor energético mais preparado, resiliente e seguro.

 

Fonte: ENSE